Camarada Mao morreu há 50 anos - Glória Eterna ao Camarada Mao!

Como UMLP representamos e aplicamos o Marxismo-Leninismo e as ideias de Mao Tse-Tung em todas as questões e defendemo-las contra os ataques da classe inimiga e os ataques dos oportunistas pequeno-burgueses. Nos 50 anos da morte do Camarada Mao Tse-Tung, profundamente respeitado entre os camaradas e as massas e também entre os mais odiados e caluniados por anticomunistas de todas as estirpes, honramos o seu serviço em prol da Causa da nossa classe e continuamos o seu legado através da luta pela emancipação da nossa classe.
Camarada ao serviço do povo
Ao longo da sua vida, Mao Tse-Tung manteve-se intimamente ligado às massas. Pôs em prática e viveu de acordo com o lema «Ao serviço do povo», que se tornou o grito de guerra da juventude revolucionária durante a Revolução Cultural. Tornou-se o líder indiscutível da luta chinesa pela sua libertação. Desempenhou o cargo de presidente do Partido Comunista da China a partir de 1935. Através de lutas e guerras prolongadas, conseguiu estabelecer zonas libertadas e resistir a cinco campanhas de extermínio levadas a cabo por Chiang Kai-shek. A lendária Longa Marcha impediu a aniquilação do Exército Vermelho e por fim, os ocupantes fascistas japoneses foram expulsos e as tropas de Chiang Kai-shek, que era massivamente apoiadas pelo imperialismo norte-americano e Alemão, foram forçadas a fugir para Taiwan. A guerra popular prolongada havia prevalecido.
Polémica sobre a Linha Geral e o conceito da "Nova Democracia"
Através do conceito de Nova Democracia, aplicou o marxismo-leninismo às zonas rurais atrasadas. Este conceito combinava a libertação do feudalismo e da pilhagem e opressão imperialistas com a construção socialista sob a liderança da classe trabalhadora.
A análise concreta de Mao Tse Tung sobre a sociedade chinesa naquela época mostrou a necessidade da Nova Democracia como um passo intermédio para a construção do socialismo. Em contraste, uma análise da sociedade portuguesa contemporânea revela a necessidade do derrube imediato do imperialismo sem uma etapa intermédia da Nova Democracia.
Em 1963, sob a sua liderança, o Partido Comunista da China lançou a polémica sobre a linha geral do movimento comunista internacional. Esta expôs os revisionistas de Khrushchev, que, na União Soviética e nos países que seguiam a sua liderança, tinham estabelecido uma forma diferente de capitalismo sob o pretexto do «socialismo real». Isto ajudou milhões de comunistas em todo o mundo a recuperar um sentido claro de orientação.
A Grande Revolução Cultural Proletária
Há sessenta anos, a liderança em torno de Mao mobilizou corajosamente as massas e a juventude através da Revolução Cultural contra um grupo de líderes do partido liderado por Deng Xiaoping, que procurava reimpor a via capitalista na China. Com a Revolução Cultural como método fundamental — e inicialmente bem-sucedido — para impedir a restauração do capitalismo e desenvolver a consciência socialista das massas, Mao suscitou o ódio particular de todos os reacionários em todo o mundo. Por isso, está no centro das campanhas de difamação anticomunistas.
Mao Tse-Tung estava profundamente imbuído do método dialético. Para ele, a dialética não era apanágio de alguns líderes e teóricos do partido, como por vezes acontecia no antigo movimento comunista. Colocou a aplicação do método dialético no cerne do trabalho do partido, da política e da vida quotidiana das massas.
Relembrar Mao é reconhecer vividamente o que podemos aprender com os clássicos do marxismo-leninismo: Não para copiar as suas análises e resultados, mas para adoptar a sua atitude crítica e reexaminar de forma independente a nossa própria realidade. Lenin chamou à análise concreta da situação concreta "a alma mais interior do marxismo".

