73 ANOS DA IMORTALIDADE DO CAMARADA ESTALINE. FAROL DA LUTA ANTIFASCISTA, ANTI-IMPERIALISTA E SOCIALISTA!

05-03-2026

No 73º aniversário da morte física do Camarada Estaline, enquando o Capitalismo mergulha novamente o mundo em guerras, crises e miséria, o seu legado permanece vivo como um inegável exemplo de firmeza revolucionária, internacionalismo proletário e luta abnegada contra o imperialismo, revisionismo e pela construção do Socialismo Verdadeiro.

Sob a sua liderança, o povo soviético e o glorioso Exército Vermelho esmagaram o nazi-fascismo e libertaram a Europa da barbárie hitleriana. A vitória sobre o fascismo não foi obra do acaso, mas o resultado da aplicação firme do marxismo-leninismo à estratégia política, económica e militar da luta de classes. Enquanto as potências imperialistas dobravam a espinha, a URSS de Estaline suportou o peso da luta e escreveu com sangue operário a página mais gloriosa da libertação dos povos.

Estaline dirigiu também a gigantesca tarefa de transformar um país atrasado numa potência socialista industrializada e mostrar ao mundo que a nossa classe pode tomar o poder, planificar a economia e construir uma sociedade nova, livre de exploração.

Não é por acaso que o imperialismo e o revisionismo lhe nutrem tanto ódio. A campanha anti-Estaline, iniciada com a figura artificial do "estalinismo" pelo revisionismo khrushchevita, difundida pelos seus lacaios trotskistas e oportunistas e repetida pela propaganda burguesa, é uma arma do anticomunismo para separar Estaline de Lenine que procura atacar o próprio Marxismo-Leninismo, dividir o movimento comunista, desarmar ideologicamente a nossa classe e por fim facilitar a tarefa dos imperialistas.

Rejeitamos a falsa equiparação entre o socialismo soviético e o fascismo. As diferenças são de classe: enquanto o fascismo foi a ditadura terrorista do capital financeiro, a União Soviética representou a ditadura do proletariado sobre a exploradora burguesia derrotada. O conceito burguês "totalitarismo" e toda a amálgama criminosa, promovida por resoluções hipócritas do imperialismo (como a "Importância da memória histórica europeia" da UE), visa insultar a memória das vítimas do fascismo, caluniar o papel libertador do Exército Vermelho e equiparar o explorado ao explorador, o opressor ao oprimido.

Como comunistas, não fazemos apologia acrítica mas analisamos a história de forma científica, reconhecendo erros e aprendendo com eles, mas jamais aceitando a calúnia anticomunista que procura apagar as conquistas históricas do socialismo. Estes erros, cometidos num contexto de luta de classes feroz, não podem, jamais, servir para obscurecer as suas imensas e imperecíveis contribuições para a humanidade. A crítica deve ser feita do ponto de vista proletário, para aprender com a história e fortalecer a luta de hoje, não para nos juntarmos ao coro dos cães de guarda do imperialismo.

Honrar Estaline significa continuar a luta pela organização revolucionária da classe operária e pela construção do socialismo.

A obra de Estaline é imortal.
Viva a luta do proletariado internacional.
Abaixo o revisionismo moderno.
Proletários de todos os países e povos oprimidos, uni-vos!